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10-Mar-2020 15:14
MULHER

"Estamos fazendo um trabalho inédito e promissor com as rodoviárias de Sorocaba", informa a diretora Kelly Cristina

A dirigente disse que o Coletivo de Mulheres do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região está desenvolvendo um trabalho inédito voltado às mulheres da base

2020, imprensa, Fabiana Caramez
Motorista Kelly Cristina Faria, diretora da CNTTL e do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e RegiãoFabiana Caramez

A série  #MulherNoTransporte da CNTTL ouviu a companheira Kelly Cristina Faria, diretora da CNTTL e do Sindicato dos Rodoviários de Sorocaba e Região, que contou as novidades em defesa das mulheres dos transportes na região.

Kelly disse que o Coletivo de Mulheres do Sindicato está desenvolvendo um trabalho inédito voltado às mulheres da base.

“Aplicamos uma pesquisa para saber sobre as condições de trabalho das   trabalhadoras no transporte da cidade de Sorocaba e região. Ainda não concluímos os resultados,  mas os dados preliminares apontam a necessidade de fazermos ações de apoio a essas companheiras. Importante conhecer a realidade das trabalhadoras para que possamos desenvolver uma ação sindical permanente no dia a dia”, disse.

A sindicalista disse que fará parte das ações incluir cláusulas específicas na pauta de revindicações da Campanha Salarial  deste ano.

 “Sempre quando ameaçam demissões, as empresas querem demitir primeiro as mulheres. Lutaremos para incluir uma cláusula que garanta uma porcentagem de mulheres, para não sermos trocadas, e assim  possamos avançar nas melhorias”, destaca.
 

União das Mulheres da CNTTL

Ao responder o que é necessário para fortalecer de maneira geral as lutas das trabalhadoras em  transportes, Kelly disse que é necessária a união das mulheres da CNTTL.

"Precisamos de mais espaço, que hoje está nas mãos dos homens. Só nos reunimos nas reuniões gerais da Confederação. Nunca tivemos reuniões para debater as nossas pautas. Acho que é importante montar uma Comissão de Mulheres para abrir um discussão dentro da Confederação", concluiu.

Viviane Barbosa, da Redação da CNTTL
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